quinta-feira, 23 de junho de 2011

O caminho percorrido até o MATCH!

Sim, é isso mesmo! I Have a Match! Acreditam? Pois eu ainda não!


Na verdade, já estou acreditando porque isso aconteceu há um tempinho, mas não tive tempo de vir aqui contar #shameonme


Bom, do último post até hoje, muitas coisas aconteceram. Pensei em adiar, pensei em voltar pra faculdade, pensei em arrumar um emprego na minha área em outra cidade, pensei e pensei. Mas eu sempre chegava a mesma conclusão: a hora é agora, não dá pra esperar.


Bom, mas tudo aconteceu assim: meu app estava on hold e na minha ânsia de conseguir logo uma família, pedi pra agência colocar meu application on line novamente. O que foi uma decepção, pois passei um bom tempo sem nenhuma família no app. Aí comecei a buscar, incansavelmente, famílias pelo GAP. Daí comecei a conversar com uma família da Pennsylvania. Pareciam ser a perfect family pra mim. Foram vários e-mails, skypes, conversas com a atual au pair. A host mom chegou a se inscrever na Cultural Care pra pegar meu application, mas, a vida é uma caixinha de surpresas. No mesmo período, uma outra family, da Califórnia, entrou no meu app. Assim, a família da Pennsylvania não conseguiu visualizar meu perfil (porque na CC, nós, pobres au apairs, não podemos ter mais de uma família por vez no app). Aí, essa outra família entrou em contato comigo. Aí pensei: que ótimo! #eagorajosé


E a conversa fluiu. Até mesmo por uma coincidência. A atual au pair deles é uma garota que conheci no início do meu processo, quando ela ainda estava aqui no Brasil. Acompanhei o processo dela pelo blog e começamos a conversar frequentemente à respeito da família.


E entre conversas e mais conversas, me vi entre duas famílias. Engraçado que pedi uma família pra Deus, e Ele me deu duas, pra escolher. Não sabia o que fazer. Queria vir aqui no blog, divulgar o que estava acontecendo, ir no facebook, no orkut, nos jornais, pra pedir ajuda e opiniões, mas era uma decisão minha. Só eu podia resover isso.


Fiz, então, a famosa listinha dos prós e contras. E deu empate! #eagorajosé2


Até que encontrei uma garota que já havia trabalhado como au pair para a família da Pennsylvania, e conversamos à respeito da família. Ela fez até questão de me ligar em casa. E o que foi dito por ela me ajudou a chegar numa conclusão.


Então tomei minha decisão, pedi desculpas pelo todo tempo tomado pra família da Pennsylvania, mas acreditava que não seríamos um bom match.


Assim, escolhi (sim, escolhi!!) e fui escolhida pela família da Califa! Yeahhh! Acredito que somos um bom match, me senti muito a vontade com os hosts e, principalmente, com as kids (que são as coisas mais fofas!). Além disso, a atual au pair, a Évelin, foi maravilhosa comigo, e me atendeu em todas as dúvidas. Da mesma forma que a minha host também me esclareceu, sinceramente, tudo.


Mas, let me say about my host family! Como foi dito, são da Califórnia, de Santa Rosa. São duas kids lindas! Um cute boy de quase 3 aninhos e uma little princess de 1 ano! Embarque para outubro.


E, vida de au apair é assim: quando um ansiedade termina, a outra começa! Afinal, agora é a hora da verdade: O Visto. Está marcado para 5 de agosto e está nas mãos de Deus, como sempre. Mas, até lá, vou atualizando o blog! Well, I'll try! Torçam por mim!


Obrigada mais uma vez meninas, que mesmo sem atualizar, o número de seguidoras tem aumentado!


Beijos e queijos!


"All I need is You

All I need is You Lord

Is You Lord"

domingo, 6 de março de 2011

Uma bifurcação no meio do caminho

E a vida continua...

Depois do último post, recebi mais duas notificações. O que, pra mim, é muito. Já que recebia uma ou outra de vez em quando, mas de vez em quando mesmo (ênfase no mesmo).
A minha sexta notificação foi de uma família da Califórnia. Foi minha primeira notificação YOU HAVE A MATCH.

*Quem está inscrita na CC, sabe (ou não) que existem dois tipos de notificações: a Cultural Care Host Family Match, que, normalmente a família fica três dias com seu app e se não entra em contato, o sistema tira eles de lá. Nesse tipo de notificação, a informação da família é bem básica.
A notificação You Have a Match, a família já fica por mais tempo, até 15 dias segurando seu app. Aí já aparecem mais informações, como o contato da LCC, a data de embarque e, se a família permitir, o application total deles, com o e-mail, telefone, etc...

Enfim, recebi a notificação e como uma boa pesquisadora, fui atrás de tudo, tanto que encontrei o host no facebook. Aí veio a dúvida: mandar ou não mandar mensagem? Eis a questão... Lá pelo 5° dia com meu app, resolvi mandar a msg, só que quando fiz o login no site da CC, eles já não estavam mais lá. Bobiei, dancei.

Nesse mesmo período, o contrato do apartamento ficou pronto. Ou seja, desembolso de dim dim. Bom, eu já não o tinha. Agora então, muito menos...

Assim que família da Califórnia saiu do meu app (snif snif), a sétima entrou. Eu pensei: tá de brincadeira né!

Nessa, eu recebi a Cultural Care Host Family Match. Uma famíla do Brooklyn, NY (Pasmei!)
Quando deu o terceiro dia, pensei que eles iriam sair, porque não entraram em contato. Aí, entrei no meu e-mail e tinha um: YOU HAVE A MATCH. Entrei mais do que depressa no meu login, pensando que já era outra família. Mas não. Era a mesma.

Aí pasmei [+1]! Tinha tudo deles lá!!!! (quase tudo: só não tinha foto). Aí pensei: vou mandar um e-mail. Mas como só penso e não executo, acabei não mandando. O que não foi necessário, porqueeee... No dia seguinte, estava eu lá cuidando dos meus babies na creche, o celular toca e, sim, era o host. Pasmei [+2]! A ligação estava horrível, mal entendia o que ele falava e, pra piorar, parecia que eu não sabia inglês (na verdade, eu não sei, mas o pouco que eu sei, não saiu na hora). Era é a emoção!

Então combinamos de nos falar no domingo à noite (hoje, pra ser mais exata).

Mããããs, como na minha vida sempre tem um “porém”, não ia ser diferente agora! O embarque seria pra 11 de abril e, embora eu esteja louca pra ir logo, tenho o bom senso de que, agora, tão próximo assim, não daria pra mim. Eu ainda tenho muito assunto pendente aqui, ou seja, minha família, as despesas do apartamento, e outros problemas, que não vou contar aqui, pra não expor os conflitos alheios. Não conseguiria pagar o programa, nem ir atrás do visto e todas essas coisas em menos de um mês. E isso me corroeu esses dias. Não queria perder essa família, porque gostei deles. Mas como eu iria fazer?! Eis que veio a resposta de Deus: eles me mandaram um e-mail (agora a pouco) dizendo que não iriam me ligar, pois queriam alguém pra começar imediatamente, o que não é o meu caso.

Fiquei triste. Primeiro contato da agência, depois de quase 5 meses on. E o primeiro “fora”. Mas, no fundo, fiquei aliviada. Senti, de verdade, que Deus vai me conceder esse sonho. Mas no momento certo. Se eu tenho que passar por tudo o que estou passando, eu vou encarar. Percebi que esse programa tem sido minha válvula de escape. E não é pra ser assim. Isso é uma realização de um sonho. E se é um sonho, não posso transformar isso em pesadelo.

O que mais posso fazer?! Esperar, ué!

Então, que venha a próxima!

*Update: Depois que escrevi o post, respondi o e-mail do host (aquele que me deu o fora) agradecendo o tempo deles, e quase que na mesma hora ele me respondeu:

"Thanks, Talita. I apologize again that we could not wait for you, because your profile was great.


We hope you find an incredible family and have a great experience.


God Bless!"


Eu não sei se essa resposta me deixou feliz ou triste. Por um lado, meu app foi elogiado, assim eu desencano e páro de pensar que o problema sou eu. Por outro lado, foi um match perdido =(, num lugar ansewone e com uma great family...

Vai entender os planos de Deus...

Eu não sei para onde o Senhor me leva. Só sei que Ele me guia.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

O que acontece é que...

O tempo corre tão rápido que mal consigo alcançá-lo. Quando dou por mim já é tão tarde, só sinto minhas pálpebras fechando sozinhas e, quase que como um zumbi, vou pro meu quarto e durmo, ainda orando...Queria que meu dia tivesse umas 30 horas pra que eu pudesse fazer tudo: deixar o almoço pronto pro dia seguinte, planejar as aulas e confeccionar os materiais necessários pra dar para as crianças na creche, estudar inglês, assistir a novela, jogar papo fora no msn, ler os blogs e...escrever no blog (#sorrisoamarelo)
A minha vida não mudou e mudou ao mesmo tempo. Aconteceram tantas coisas, mas o que eu queria que acontecesse, não aconteceu...
Mas, vamos aos fatos:
1°- Comecei o ano até que bem. No mundo real, tudo foi tranquilo. Pensei que seria mais difícil encarar um ano novo sem a minha mãe, mas eu tenho um Deus maravilhoso, que me suporta. E se eu O tenho, tudo vai bem.
No mundo auperiano, comecei bem também, conversando com uma family (do GAP). Gostei muito deles e, pelo que parecia, eles também gostaram de mim. Trocamos vários e-mails, tive um skype com a host mom e eles ficaram de marcar um skype com o host dad. Mas isso não aconteceu...Até que mandei um e-mail perguntando se tava tudo ok, eles responderam gentilmente dizendo que ainda precisavam ainda de few weeks pra tomarem uma decisão. Respondi que tudo bem e, cá estou, esperando até hoje...#fail
E as coisas que acontecem, ou melhor, que não acontecem, acaba desencadeando um efeito dominó. Se tivesse fechado com eles, tudo o que está descrito aí em baixo, não aconteceria.
2°- No mundo real, nós, eu e a minha família, decidimos nos mudar. Ir para um outro lugar, outra cidade, outra vida...Estava decidido, mas não faríamos isso tão cedo. Acontece que coisas acontecem (?) e vamos nos mudar "em breve". E com essa mudança, uma parte de mim acha que seria melhor eu adiar essa coisa de au pair, deixar pra mais tarde. E a outra parte me diz todos os dias: continua com os seus planos... #eagoraJosé?
3°- Toda essa indecisão surgiu porque passei esses dois meses (sim, 2 longos meses) sem notificação da agência. E se nada acontecia, por que insistir nisso? Então, aquela parte que dizia: "adia isso, minha filha", falou mais alto e mudei minha data de embarque para julho. O que, na verdade, não refrescou em nada... (leia aí embaixo, pra você entender!)
4°- Com a mudança que estamos planejando, resolvemos tentar comprar um apartamento. Mas pra que isso aconteça, seria necessário a colaboração financeira de todos (leia-se: todos) e eu estou incluída nisso. Ok! Pensei: Já que estou sem notificação, ninguém me quer, vou entrar nessa...Vimos o apê, que está na planta ainda e fica pronto em maio do ano que vem. Mas, simplesmente, me apaixonei e fiquei excited com isso! Primeiro apê da família. Um lugar pra chamar de nosso (moramos na casa da minha vó). Depois que vi e demos a entrada na papelada, pensei: vou adiar, de uma vez por todas, esse intercâmbio e tentar o ano que vem, depois que entregarem o apartamento.
Mas...
5°- Eis que surgem, novamente, as notificações. Mas, só são notificações. Não querem dizer nada. Mas, pra mim, dizem. Aquela outra parte de mim, aquela sonhadora, sabe?! Ela diz: não desiste...
Não desiste...
Continua...

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Balanço de um ano inesquecível

Mais um ano terminando. E, de fato, não termina como imaginei.
Há um ano atrás, estava eu na internet com a minha recém descoberta: Au Pair.
Há um ano atrás, nessa mesma data, provavelmte estava lendo um dos milhares de blogs de Au Pairs que eu adicionei nos meus favoritos, estava pensando na roupa que iria usar no dia da virada, estava ajudando a minha família a pintar a casa (afinal, ano novo = pintura da casa nova!), tinha a minha mãe do meu lado pra me escutar sobre o programa de intercâmbio e, provavelmente, estava pensando: esse vai ser o ano de plantio, pra 2011 ser o ano da colheita.
E plantei. Fui atrás. Corri atrás da minha CNH, do meu passaporte, das horas com crianças, de um emprego pra juntar a grana, do inglês, do application. Plantei. Fui mais longe do que imaginava: fiquei on line. Eu sabia que queria aquilo, mas não sabia que teria coragem pra ir tão longe. Ah...tudo bem...Ficar on line não significa que eu vá realizar esse intercâmbio. Mas pra quem se prepara, pra quem deseja fazer isso é um grande passo.
Sonhei. Desejei. E sonhei de novo. E desejei de novo.
Fiquei feliz, comemorei, pulei de alegria, agradeci.
Mas passei medo, sofri, chorei, chorei e chorei. Perdi. Perdi...
Olhando pra trás, olhando cada dia desse ano em que levantei, foi um ano bom. Sim, foi. Eu seria injusta se dissesse que tudo foi horrível. Não foi. Recebi muitas bençãos. Recebi segunda chance. Tive a oportunidade de dizer: Eu te amo. E disse.
Conheci pessoas incríveis. Conheci crianças maravilhosas.
Me descobri forte. Muito mais do que imaginava. E me senti fraca também, o que me fez reconhecer que não posso ser forte o tempo inteiro e que preciso de ajuda de vez em quando. Me senti viva. E sinto. Sinto vontade de vencer. E vou.
Apanhei, caí, mas estou de pé.
E se meu ano velho é inesquecível por coisas não tão boas, que meu ano novo seja um ano inesquecível pelas vitórias e conquistas. Amém.



quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O vento que destrói e as mãos que reconstrói

Pensei que não ia escrever mais aqui, ou então, que demoraria pra fazer isso.

Nesse mês que passou depois da minha última postagem, minha vida virou de cabeça pra baixo. De um dia para outro, tudo mudou. Um vendaval chegou, derrubou todos os tijolos erguidos até então.

Não saberia como escrever isso aqui. Pensei em não escrever. Mas resolvi colocar aqui tudo o que se passou. Não pra me lamentar ou qualquer coisa do tipo. Mas como um testemunho a favor de Deus. Já o fiz aqui antes, e vou fazer de novo. Infelizmente, sem o final feliz do outro post, mas pra dizer que quem segue Cristo, não é desamparado.

Como tinha dito, minha mãe estava com câncer e estava em tratamento. Tudo estava bem, até a última sessão de quimio. Ela piorou de um jeito inexplicável. Em um mês, começou o sofrimento, as dores, a debilitação dela. E, dia 18 de novembro, ela faleceu. Não vou contar em detalhes como aconteceu, porque contar é ter que reviver. O importante é que estive com ela até o fim.

É surreal a perda de uma mãe. É olhar para os lados e se perguntar: e agora?
Mas tenho Deus no meu coração e todos os dias sinto o conforto e a paz que Ele tem me dado. Como evangélica, sei que ela dorme, sem dor ou sofrimento. E sei que ela dormiu em Cristo, porque ela era incrívelmente boa. A melhor mãe, esposa, mulher que eu já conheci.

Depois de tudo isso, não sabia mais o que iria fazer em relação ao intercâmbio. Tenho minha irmã, meu irmão e meu pai aqui, e senti que deveria estar com eles. Então resolvi ligar na agência e pedi o hold do meu app. Isso aconteceu na segunda (dia 22). E pra mim tinha ficado assim: meu app tava off e tinha que resolver o que ia fazer.

Pra mim, meu app tava off, mas na segunda (dia 29) recebo um e-mail da CC, aquele da family que está com o seu app...Tipo, OI?! Meu app não estava off?

Enfim, a empolgação foi tanta que por algum momento, esqueci tudo de ruim, e como uma boa sonhadora que sou, toda aquela vontade e desejo de viver aquilo voltou como se fosse mágica. Parecia uma criança que tinha recebido um doce. Fiquei boba! Vocês ficaram assim quando receberam a primeira notificação?

Enfim, quando foi hoje, na hora do meu almoço, eles já não estavam mais lá.
Fiquei um pouco chateada. Mas não me desesperei...até porque, não estava nem esperando isso...

Agora a pouco, entrei no meu e-mail eeeeee...outra familia no meu app....Tipo: OI? [+1]

OK...e agora? É pra mim ir? Não consigo entender os sinais de Deus na minha vida.
Tinha decidido adiar e agora as famílias começam aparecer...Sei lá...

E é isso girls...
Vou esperar e ver o que acontece. Agora, estou vivendo um dia de cada vez. Com sonhos sim, mas sem grandes expectativas. Quero que Deus faça a vontade dele na minha vida e eu sei que Ele vai fazer o melhor pra mim e pra minha família.

Ah....tenho que ler os blogs! Vou ler aos pouquinhos e vou comentando ok?!

Beijão pra todas






sábado, 30 de outubro de 2010

Quando termina uma angústia e a outra começa....

Ser uma futura au pair é viver constantemente em altos e baixos. Assim que uma etapa termina a outra começa e, junto, começa a ansiedade, angústia, medo, indecisões e poderia fazer uma lista imensa aqui sobre todos os sentimentos que toma conta da gente.

É difícil ficar inabalável diante de um plano o qual você vem planejando durante um bom tempo e que está prestes acontecer. Mesmo se você se considera uma pessoa paciente e tranqulia e jurou que depois que ficasse on, ia sossegar e esperar numa boa.
Acontece que "esperar" é algo relativo. Quando você espera por uma coisa que você quer muito, o tempo parece que não passa, ou, às vezes, parece que passa rápido demais.

Por exemplo, já se passaram 19 dias depois que fiquei on. Parece que isso aconteceu ontem. Mas, por outro lado, são 19 longos dias que estou esperando, pelo menos, uma notificação e...nada!
Eu sei...Eu sei que 19 dias não são nada, é pouco tempo pra entrar em desespero. Mas atire a primeira pedra a au pair que não ficou nem um pouco ansiosa nessa fase de espera das families.

Além de disso, a minha angústia é pela minha mãe. Ela não passou bem esses dias. Aí fiquei confusa, não sabia se mudava minha data de embarque. Conversei com meu pai e ele me encorajou a deixar como está. Demorei tanto pra entregar esse app e se Deus permitiu que ficasse on é porque tem que ser assim. Como sempre digo, confio no que Ele faz, embora minha ansiedade seje maior que eu sometimes.


But, let's wait, right?!


Durante esses dias, aproveitei também pra fazer meu videozinho. Foi, praticamente, um parto. Odeio falar com câmera e afins, e ainda mais em inglês. Gaguejei, acho que falei algumas coisas erradas também, mãããs ficou assim. Tive que caprichar na edição pra compensar o inglês.
Pra vê-lo clique aqui!
Críticas e elogios são aceitos ;)
Girls, that's it!
Assim que tiver novidades, corro aqui pra contar pra vocês.
Obrigada pelos comments ;)
"My dream is to fly over the rainbow so high"

terça-feira, 12 de outubro de 2010

The real step toward the dream becomes true

Finalmente ON!

Nem acredito!
E por incrível que pareça, o mais difícil foi ter Physician's Health assinado por um médico. Quase surtei!

Mas, graças a minha mãezinha, fomos até o médico que fez a cirurgia dela e ele, na boa, sem nenhuma pergunta, assinou pra mim *.* (por que não fiz isso antes né?! Dã!)

Agora, vem a outra etapa: wait for THE perfect (or almost perfect) family.

Mas, tô de boa, tô feliz da vida, tô de vento em popa, tô feliz pra burro, tô assim com o mundo!
O que eu mais queria era me livrar, de vez, desse app!

Ah sim...estou on pela Expert Aupair, mas nenhum contato...#fazeroquê

E estou revirando de cabeça pra baixo o GAP, mas não é desespero não, é que isso virou, praticamente, um hobbie pra mim! hehe
Encontrei lá algumas families legais, umas deram o sinal positivo, mas nada de contatos concretos (isso existe?!), mas a maioria me deram o fora...É, meu bem, concorrência acirrada até pra ser babá!

Mas, é isso, girls (algum boy aí?!). Não percam os próximos capítulos!

*Meninas, mais uma vez, obrigada pelos comments. Vcs são muito fofas!

Xoxo

"Mesmo as noites totalmente sem estrelas podem anunciar a aurora de uma grande realização" - Martin Luther King